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LONGA É A ARTE, TÃO BREVE A VIDA

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Fortaleza da Barra, de Ivan Freitas.

Quantas vezes comecei a minha vida,
Olhando para o mar
Criar um espaço de luz
Uma baía de inocência
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(Trecho do poema Entre o sono e o sonho, de Eduardo Aleixo, publicado na íntegra no blog Intemporal)
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3 comentários:

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Olhar para o mar, navegar, navegar...
Que vai movendo
Que vai dizendo
Que não se sabe...
Apareça por lá, tenho novidaders.
beijossssssssssss

Paulo - Intemporal disse...

Patrick

Lind.íssimo este mar que me é alma em elevação constante.

Lind.íssimo o cabeçalho do teu blogue, a minha "cara" por assim dizer.

Lind.íssimo este excerto do poema de Eduardo Aleixo.

Lind.íssima a sensibilidade tua, numa dádiva constante.

Estive por aqui, porque estou por aqui.

e deixo-TE [se me permites tratar-TE assim] um sublime abraço sentido.

e saio. comovido.

grat.íssimo Patrick.íssimo

:)

Paulo - Intemporal disse...

Patrick.íssimo

:))))

venho deixar-TE um abraço e o desejo de um bom Domingo.

íssimo, sempre íssimo.

:))))